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	<description>Tecnologia</description>
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	<title>Notícias</title>
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		<title>Tecnologia: confira 5 tendências para a logística em 2021</title>
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				<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 15:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>O novo consumidor quer agilidade, opções de compra, mais opções de entrega e tudo isso de forma prática e rápida.  A pandemia da COVID-19 fez de 2020 um ano muito atípico, e todos os setores sentiram suas consequências e tiveram que se reinventar de alguma forma. Depois de tantas mudanças, unidas ao grande avanço tecnológico que temos ano a ano, a, confira quais serão as 5 maiores tendências do setor logístico para 2021.</p>
<p><strong>Omnichannel</strong></p>
<p>O conceito de omnichannel é conhecido como &#8220;compre e retire&#8221;. Ele representa a interligação do estoque e sistemas online (sites web na nuvem) e offline (rodando nas lojas e outros pontos físicos). Isso requer toda uma reorganização logística, garantindo que o pedido chegue, o pagamento seja processado e em poucas horas o produto esteja disponível para retirada no mesmo dia. Isso é uma mudança importante, pois deve haver organização nos processos internos e uma otimização do controle de estoque que não eram necessários antes. Hoje, é mais complexo garantir a entrega do produto final sem falhas nesse processo.</p>
<p><strong>Drones </strong><br />
Os drones chegaram como uma tecnologia para atender necessidades em diversos mercados, inclusive nas entregas de produtos. Uma delas, que está em fase de testes e estudos, é a entrega de encomendas, compras e refeições via drone. Caso aprovada e regulamentada, os benefícios dessa tecnologia são inúmeros: é ecologicamente correto, economiza combustível, ganha tempo por sobrevoar o trânsito e reduz custos com a operação tradicional entre transportadora, caminhão e motorista.</p>
<p><strong>Anticipatory Shipping</strong><br />
Compra compra antecipada é quando o consumidor já é cliente e conhecido pela empresa, se torna possível analisar seu comportamento através de ações como &#8220;adicionar à lista de desejos&#8221; ou &#8220;adicionar à sacola&#8221;. Isso permite ao sistema analisar e definir o processo de entrega antes mesmo da finalização da compra! A Amazon é pioneira nesta tecnologia, com o cruzamento e interpretação de dados entre a plataforma de venda e a inteligência logística, o produto é encaminhado ao centro de distribuição mais próximo do usuário com intenção de compra, antecipando boa parte do percurso de entrega.</p>
<p><strong>Full</strong><br />
As entregas Full (chamadas de cheias) consistem na compra realizada, pagamento aprovado e entrega da mercadoria em questão de horas, recebida pelo consumidor no mesmo dia da compra. Essa novidade já está sendo usada pelo Mercado Livre e muitos já puderam comprovar a eficiência do serviço. Do lado da empresa distribuidora, o sistema de compra e entrega no mesmo dia é mais complexo que o tradicional, carecendo de um grande centro de distribuição com estoque de produtos a pronta entrega. Muitas empresas já sofrem com os impactos de perderem clientes por não oferecerem esse serviço. Logo, essa adaptação se torna cada vez mais necessária.</p>
<p><strong>Blockchain</strong><br />
Um pouco mais complexo, o blockchain consiste em um banco de dados confiável que armazena e rastreia dados de transações. Seu uso mais conhecido é armazenar e controlar diferentes moedas virtuais, como o bitcoin. Ele também pode ser usado para rastrear processos logísticos entre empresas e usuários, como armazenar os dados do consumidor, quem foi o beneficiário e quando a transação foi feita, quem irá entregar o produto e toda a cadeia até a entrega final. Esse armazenamento é feito por blocos que interligados formam uma cadeia de blocos, daí o nome blockchain. Matéria desenvolvida com informações da Trackage, startup de otimização logística e monitoramento inteligente de pátios e docas. Crédito da imagem: Freepik</p>
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		<title>E-commerce global pode movimentar US$ 2,7 trilhões em 2021</title>
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				<pubDate>Sun, 28 Feb 2021 16:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Segundo a consultoria Finaria.it, as vendas pela internet prometem crescer ainda mais no mundo e atingir o valor de US$ 2,7 trilhões em 2021. Até [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a consultoria Finaria.it, as vendas pela internet prometem crescer ainda mais no mundo e atingir o valor de US$ 2,7 trilhões em 2021. Até o fim de 2025 as receitas globais de comércio eletrônico devem chegar a US$ 3,4 trilhões. O número de usuários de e-commerce no mundo aumentou 9,5% em 2020 atingindo mais de 3,4 bilhões de pessoas em 2020. A tendência de crescimento deve continuar neste ano e crescer 10% em relação ao ano passado, alcançando 3,8 bilhões de consumidores.</p>
<p>&#8221; Estamos digitalizando muitos processos que antes eram totalmente físicos para garantir ainda mais conforto ao consumidor. Muitos varejistas físicos adotaram o Whatsapp como canal de compra digitalizando uma compra que seria física. Grande parte do varejo também permite que se faça a compra por marketplace ou Whatsapp e a retirada seja por meio de drive-thru, o que também é confortável para o consumidor que quer retirar a compra de forma rápida&#8221;, explica Felipe Dellacqua, sócio da VTEX, empresa que provê plataforma de e-commerce para um quarto das lojas virtuais do País.</p>
<p>A categoria de moda é a mais representativa nas compras online, com expectativa de gerar US$ 759,5 bilhões de receita em 2021, um aumento de 15%. Nos próximos quatro anos, as vendas online de vestuário e acessórios devem atingir a marca de US$ 1 trilhão. Já a categoria de brinquedos e hobbies, com US$ 590,7 bilhões de receita prevista para este ano, o que representa 12% de crescimento, foi classificada como a segunda maior no e-commerce mundial.</p>
<p>&#8220;É inegável que a população dentro de casa e trabalhando de forma remota aumentou o acesso a internet e principalmente a sites de comércio eletrônico. Hoje a compra ocorre por dois motivos, uma por necessidade e outra por impulso. Percebemos um aumento gigantesco na categoria de moda, que certamente é por impulso, visto que muitas pessoas têm evitado sair de casa para usar suas roupas novas&#8221;, comenta Felipe.</p>
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		<title>Movimentação de cargas nos TUPs cresce 3,7% durante a pandemia</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/movimentacao-de-cargas-nos-tups-cresce-37-durante-a-pandemia/</link>
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				<pubDate>Sun, 28 Feb 2021 14:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
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								<content:encoded><![CDATA[<div data-draftjs-conductor-fragment="{&quot;blocks&quot;:[{&quot;key&quot;:&quot;eh8k6&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Os TUPs (Terminais de Uso Privado) apresentaram crescimento de 3,7% na movimentação de cargas em 2020, quando comparado ao ano anterior. Foram 760 milhões de toneladas de carga movimentadas, contra 733 milhões em 2019. O incremento é ainda mais expressivo na última década. Nos últimos dez anos, a movimentação de carga nos TUPs cresceu quase 40%. Os dados são do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)., apresentado nesta segunda-feira (1), em Brasília. &quot;,&quot;type&quot;:&quot;unstyled&quot;,&quot;depth&quot;:0,&quot;inlineStyleRanges&quot;:[{&quot;offset&quot;:0,&quot;length&quot;:491,&quot;style&quot;:&quot;{\&quot;BG\&quot;:\&quot;#ffffff\&quot;}&quot;}],&quot;entityRanges&quot;:[],&quot;data&quot;:{&quot;textAlignment&quot;:&quot;justify&quot;,&quot;dynamicStyles&quot;:{&quot;line-height&quot;:&quot;1.5&quot;}}},{&quot;key&quot;:&quot;737h4&quot;,&quot;text&quot;:&quot;&quot;,&quot;type&quot;:&quot;unstyled&quot;,&quot;depth&quot;:0,&quot;inlineStyleRanges&quot;:[],&quot;entityRanges&quot;:[],&quot;data&quot;:{&quot;dynamicStyles&quot;:{&quot;line-height&quot;:&quot;1.5&quot;},&quot;textAlignment&quot;:&quot;justify&quot;}},{&quot;key&quot;:&quot;9hj82&quot;,&quot;text&quot;:&quot;A movimentação geral de cargas do setor portuário cresceu 4,2% no ano passado em comparação a 2019, com uma soma final de 1,151 bilhão de toneladas. Os TUPs respondem por 65% dessa movimentação. Os perfis de carga que mais se destacaram foram: granel líquido (+14,8%), com destaque para o Terminal de Petróleo T-PET/T-OIL do Porto de Açu, que obteve o maior aumento de 2020, movimentando 10,3 milhões de toneladas a mais (+53,2%), o granel sólido (+1,2%) e contêineres, que tiveram crescimento de 1,1% em 2020, mesmo sendo um dos perfis mais afetados pela pandemia. &quot;,&quot;type&quot;:&quot;unstyled&quot;,&quot;depth&quot;:0,&quot;inlineStyleRanges&quot;:[{&quot;offset&quot;:0,&quot;length&quot;:565,&quot;style&quot;:&quot;{\&quot;BG\&quot;:\&quot;#ffffff\&quot;}&quot;}],&quot;entityRanges&quot;:[],&quot;data&quot;:{&quot;textAlignment&quot;:&quot;justify&quot;,&quot;dynamicStyles&quot;:{&quot;line-height&quot;:&quot;1.5&quot;}}},{&quot;key&quot;:&quot;dfc8o&quot;,&quot;text&quot;:&quot;&quot;,&quot;type&quot;:&quot;unstyled&quot;,&quot;depth&quot;:0,&quot;inlineStyleRanges&quot;:[],&quot;entityRanges&quot;:[],&quot;data&quot;:{&quot;dynamicStyles&quot;:{&quot;line-height&quot;:&quot;1.5&quot;},&quot;textAlignment&quot;:&quot;justify&quot;}},{&quot;key&quot;:&quot;ehki5&quot;,&quot;text&quot;:&quot;O presidente da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), Murillo Barbosa, explica que os números positivos atestam a intensa contribuição do setor portuário privado brasileiro para economia. \&quot;O setor portuário se manteve resiliente e desempenhou papel decisivo no enfrentamento da crise sanitária, inclusive, para o transporte de insumos para a área de saúde\&quot;, ponderou. Crédito da imagem: Freepik&quot;,&quot;type&quot;:&quot;unstyled&quot;,&quot;depth&quot;:0,&quot;inlineStyleRanges&quot;:[{&quot;offset&quot;:0,&quot;length&quot;:407,&quot;style&quot;:&quot;{\&quot;BG\&quot;:\&quot;#ffffff\&quot;}&quot;},{&quot;offset&quot;:0,&quot;length&quot;:82,&quot;style&quot;:&quot;ITALIC&quot;}],&quot;entityRanges&quot;:[],&quot;data&quot;:{&quot;textAlignment&quot;:&quot;justify&quot;,&quot;dynamicStyles&quot;:{&quot;line-height&quot;:&quot;1.5&quot;}}}],&quot;entityMap&quot;:{}}">
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<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="1frm4-0-0"><span data-offset-key="1frm4-0-0">Os TUPs (Terminais de Uso Privado) apresentaram crescimento de 3,7% na movimentação de cargas em 2020, quando comparado ao ano anterior. Foram 760 milhões de toneladas de carga movimentadas, contra 733 milhões em 2019. O incremento é ainda mais expressivo na última década. Nos últimos dez anos, a movimentação de carga nos TUPs cresceu quase 40%. Os dados são do Anuário Estatístico da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)., apresentado nesta segunda-feira (1), em Brasília. </span></div>
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<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="eks6d-0-0"><span data-offset-key="eks6d-0-0">A movimentação geral de cargas do setor portuário cresceu 4,2% no ano passado em comparação a 2019, com uma soma final de 1,151 bilhão de toneladas. Os TUPs respondem por 65% dessa movimentação. Os perfis de carga que mais se destacaram foram: granel líquido (+14,8%), com destaque para o Terminal de Petróleo T-PET/T-OIL do Porto de Açu, que obteve o maior aumento de 2020, movimentando 10,3 milhões de toneladas a mais (+53,2%), o granel sólido (+1,2%) e contêineres, que tiveram crescimento de 1,1% em 2020, mesmo sendo um dos perfis mais afetados pela pandemia.</span></div>
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<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="fgg02-0-0"><span data-offset-key="fgg02-0-0">O presidente da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), Murillo Barbosa</span><span data-offset-key="fgg02-0-1">, explica que os números positivos atestam a intensa contribuição do setor portuário privado brasileiro para economia. &#8220;O setor portuário se manteve resiliente e desempenhou papel decisivo no enfrentamento da crise sanitária, inclusive, para o transporte de insumos para a área de saúde&#8221;, ponderou. Crédito da imagem: Freepik</span></div>
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		<title>LOGÍSTICA FARMACÊUTICA ESPECIALIZADA É RECONHECIDA PELA FQM</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/logistica-farmaceutica-especializada-e-reconhecida-pela-fqm/</link>
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				<pubDate>Sun, 28 Feb 2021 13:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A Ativa Logística, um dos maiores operadores logísticos dos setores de saúde e beleza, com 18 unidades espalhadas pelo país, é reconhecida pela FQM, empresa [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.ativalog.com.br/">Ativa Logística</a>, um dos maiores operadores logísticos dos setores de saúde e beleza, com 18 unidades espalhadas pelo país, é reconhecida pela <a href="https://www.fqmgrupo.com.br/quemSomos">FQM</a>, empresa atuante desde 1932 no mercado farmacêutico, como uma das melhores transportadoras atuantes em sua cadeia de distribuição.</p>
<p>A Avaliação de Desempenho de Transportadoras 2020 desenvolvida pela FQM classificou a Ativa Logística em primeiro lugar nas categorias Logística e Material Promocional. A empresa também conquistou o segundo lugar no quesito Vendas.</p>
<p><em>Segundo Adriano Campos, diretor comercial da Ativa Logística</em>, a empresa foi a primeira colocada na categoria Logística devido à expertise no transporte de medicamentos e transferência de cargas entre os Centros de Distribuição da empresa espalhados pela região Sudeste do País.</p>
<p>Além disso, a expertise nas entregas de material promocional para parceiros da FQM e a excelência na distribuição de produtos para farmácias e drogarias em todo o País foram responsáveis pelas conquistas do primeiro lugar na categoria Material Promocional e segundo lugar na categoria Vendas, respectivamente.</p>
<p>“Além do transporte rodoviário, o modal aéreo para regiões mais distantes, também foi essencial para a nossa classificação na prestação de serviços, uma combinação de expertises em transporte que evita a falta de produtos nas gôndolas e proporciona produtos sempre à disposição ao consumidor final”, explica Campos.</p>
<p>Há 11 anos, a Ativa Logística é responsável pelo transporte dos produtos da FQM, que hoje possui 2 unidades de negócios: CONSUMO (suplementos alimentares, medicamentos OTC e cosméticos) e RX (linha dermatológica e medicamentos de marca vendidos sob prescrição médica).</p>
<p>Na opinião de Campos, esse reconhecimento do mercado farmacêutico é resultado de constantes investimentos da Ativa Logística em novos centros de distribuição, tecnologias de monitoramento para entrega e rastreamento de cargas, aquisição de empresa do modal aéreo, capacitação de mão de obra e estrutura própria para atender às regras da ANVISA para armazenagem e transporte de medicamentos.</p>
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		<title>Governo deve gastar R$ 320 milhões em fretes para distribuição de vacinas</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/governo-deve-gastar-r-320-milhoes-em-fretes-para-distribuicao-de-vacinas/</link>
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				<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 15:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro deve desembolsar R$ 320 milhões em fretes para realizar o trecho rodoviário de entrega das vacinas contra a Covid-19 pelo país. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro deve desembolsar R$ 320 milhões em fretes para realizar o trecho rodoviário de entrega das vacinas contra a Covid-19 pelo país. O estudo desenvolvido pela <a href="https://cargox.com.br/?campaign&amp;adgroup">Cargo X</a> <strong>, </strong>maior marketplace de fretes do Brasil, revela que para transportar 400 milhões de unidades da vacina, quantidade necessária para que cada brasileiro receba duas doses, serão realizadas cerca de 160 mil viagens pelas estradas do Brasil, a um custo médio de R$ 2 mil por frete. O levantamento considera que cada caminhão consiga transportar 5 mil doses por vez.</p>
<p>&#8220;O valor estimado para cada viagem leva em conta a necessidade de ter um caminhão refrigerado, o que acaba encarecendo um pouco a viagem. Consideramos a média dos custos que temos em nossa base de dados para mostrar essa realidade, que deverá ser levada em consideração diante de toda a logística que envolve a distribuição das vacinas. Dessa forma, a estimativa inclui o transporte entre o local de produção e os aeroportos; dos aeroportos às cidades; e depois dos Centros de Distribuição até os postos de vacinação&#8221;, explica Federico Vega, CEO da Cargo X.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>O estudo foi feito com base no banco de dados da Cargo X, que conta com mais de 10 mil embarcadores, 20 mil empresas de transportes e 400 mil caminhoneiros em sua plataforma e registra uma média de 10 mil fretes por mês para todas as regiões do Brasil. Além disso, a pesquisa levou em consideração apenas o modal de transporte rodoviário da vacina que, em sua rota integral, também contempla o modal aéreo.</p>
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		<title>Mercado de seguros cresce 15,1%</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 19:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros obteve crescimento de 15,1% em dezembro de 2020 na comparação com o mesmo período [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros obteve crescimento de 15,1% em dezembro de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019.</p>
<p>O segmento auto apresentou melhora em dezembro, com crescimento de 6,7% em relação a dezembro de 2019. Os seguros de danos apresentaram alta de 9,6% em relação a dezembro de 2019, contribuindo para um crescimento de 3,6% no ano de 2020 em comparação com 2019. Desconsideradas as receitas do seguro auto, a alta anual foi ainda maior, 8,6%.</p>
<p>Esses dados foram compilados a partir das informações encaminhadas pelas companhias supervisionadas. O documento é atualizado de acordo com o envio pelas empresas, podendo haver ajustes em função de recargas do Formulário de Informações Periódicas (FIP).</p>
<p>Clique <a href="http://novosite.susep.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/s%C3%ADntese-dezembro-2020.pdf">aqui</a> e tenha acesso aos dados do mercado no geral.</p>
<p>Com informações da JRS News/Crédito da imagem: Freepik</p>
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		<title>Estudo CNT mostra queda dos investimento realizados em infraestrutura de transporte</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/estudo-cnt-mostra-queda-dos-investimento-realizados-em-infraestrutura-de-transporte/</link>
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				<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 13:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://ww2.atmtec.com.br/?p=2997</guid>
				<description><![CDATA[<p>Os investimentos em infraestrutura de transporte vêm diminuindo ano após ano no Brasil. Essa limitação atinge os diversos tipos de infraestrutura de transporte &#8211; rodoviária, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://ww2.atmtec.com.br/estudo-cnt-mostra-queda-dos-investimento-realizados-em-infraestrutura-de-transporte/">Estudo CNT mostra queda dos investimento realizados em infraestrutura de transporte</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://ww2.atmtec.com.br"></a>.</p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Os investimentos em infraestrutura de transporte vêm diminuindo ano após ano no Brasil. Essa limitação atinge os diversos tipos de infraestrutura de transporte &#8211; rodoviária, ferroviária, aeroviária e aquaviária -, segundo o levantamento Conjuntura do Transporte desenvolvida pela CNT (Confederação Nacional do Transporte).</p>
<p>Ao mesmo tempo, o estudo mostra a participação do MInfra (<a href="https://www.gov.br/infraestrutura/pt-br">Ministério da Infraestrutura</a>) que  mantém um plano de trabalho que prioriza a realização de leilões (concessões e arrendamentos portuários), além da renovação antecipada de concessões, como ocorreu no modal ferroviário.</p>
<p>Veja, a seguir, alguns aspectos abordados pela publicação, de acordo com o tipo de infraestrutura. <strong><u><a href="https://cdn.cnt.org.br/diretorioVirtualPrd/c62617f5-a134-463b-b093-4b6c9cf87ae8.pdf">O documento Conjuntura do Transporte &#8211; Investimentos em Infraestrutura pode ser baixado aqui.</a></u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Infraestrutura rodoviária</strong></p>
<p>A infraestrutura rodoviária brasileira divide-se em duas realidades. Uma é a da malha rodoviária gerida com recursos públicos &#8211; modelo predominante, cujos ativos se depreciam com a decrescente dotação orçamentária. Ilustrativo dessa carência é o fato de que em 2020, aplicou-se em toda a malha rodoviária federal menos do que se aplicava somente em manutenção dez anos atrás.</p>
<ul>
<li>Investimento público federal em rodovias em 2020 <strong>caiu 2,3%</strong> em relação a 2019, sendo:</li>
<li><strong> -1,5%</strong> em adequação</li>
<li><strong> -15,0%</strong> em construção</li>
<li><strong> + 0,6%</strong> em manutenção</li>
<li>Em 2020, o total investido pelo Governo Federal em rodovias foi de <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 6,74 bilhões</strong> &#8211; valor que, descontada a inflação, é 31,7% menor do que o que se investia apenas em manutenção em 2010 (<strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 9,87 bilhões)</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A malha concessionada também experimenta situação complexa, com parte das concessionárias enfrentando dificuldades relacionadas à queda de demanda e a problemas de modelagem para aquelas da 3ª etapa. Em decorrência desse quadro, os investimentos também recuaram.</p>
<ul>
<li>Investimento das concessionárias de rodovias em 2019 <strong>caiu 17,4%</strong> em relação a 2018</li>
<li>O total investido pelas concessionárias de rodovias em 2019 foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 5,47 bilhões</strong>, menor valor da última década</li>
</ul>
<p><strong>Infraestrutura ferroviária</strong></p>
<p>O modelo de operação das ferrovias brasileiras tem como base as concessões. Atualmente, praticamente todas as ferrovias de carga são concessionadas, sendo a malha pública residual. No caso do setor privado, a queda de investimentos está relacionada à etapa de execução dos atuais contratos, que estão vencendo. No caso do setor público, o investimento é comprometido pela escassez de recursos.</p>
<ul>
<li>Investimento das concessionárias de ferrovias em 2019 <strong>caiu 26,4% </strong>em relação a 2018</li>
<li>O total investido pelas concessionárias no ano foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 3,51 bilhões</strong>, configurando a quarta queda consecutiva desde 2016</li>
<li>Investimento público federal em ferrovias em 2020 <strong>caiu 36,9%</strong> em relação a 2019</li>
<li>O total investido pelo Governo Federal no ano foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 364,10 milhões</strong>, sendo R﹩ 300,83 milhões na FIOL</li>
</ul>
<p>Em um futuro próximo, o cenário pode se modificar, uma vez que o governo federal reconhece o potencial das ferrovias na logística de escoamento da produção brasileira de grãos. O plano para a ampliação da malha ferroviária prevê maior participação da iniciativa privada. Dois exemplos dessa visão para o modal são a construção da Ferrogrão e da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).</p>
<p><strong>Infraestrutura aeroviária</strong></p>
<p>A infraestrutura aeroviária brasileira é ampla e possui boa conectividade. A administração dos aeroportos começou a ser oferecida à iniciativa privada em 2011 e, hoje, essas instalações respondem pela maior parte dos embarques e desembarques realizados nos principais aeroportos do país. Também se mostrou acertada a opção pelas concessões em blocos, em vez da modelagem ativo por ativo, inicialmente adotada.</p>
<p>A parte concessionada da infraestrutura recebe investimentos de modo satisfatório e o leilão referente à 6ª rodada de concessões aeroportuárias já tem data marcada: 7 de abril de 2021.</p>
<ul>
<li>Investimento das concessionárias de aeroportos em 2019 <strong>cresceu 3,3% </strong>em relação a 2018</li>
<li>O total investido pelas concessionárias no ano foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 1,87 bilhão</strong></li>
</ul>
<p>Enquanto isso, a parte que ainda cabe à Infraero registra um momento de forte contingenciamento.</p>
<ul>
<li>Investimento da Infraero em aeroportos em 2020 <strong>caiu 32,9%</strong> em relação a 2019</li>
<li>O total investido pela Infraero no ano foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 318,35 milhões</strong>, menor valor da última década</li>
</ul>
<p><strong>Infraestrutura aquaviária</strong></p>
<p>A infraestrutura aquaviária compreende basicamente as hidrovias e os portos públicos e privados. Para os padrões internacionais, a conectividade dos portos nacionais às redes globais de transporte marítimo é considerada regular. Contudo, os serviços portuários brasileiros ainda enfrentam dificuldades, o que prejudica a competitividade das exportações nacionais e representa um entrave ao desenvolvimento econômico.</p>
<p>Com o objetivo de levantar recursos privados para investimentos no setor, o governo federal tem a intenção de privatizar as Companhias Docas. Para se ter uma ideia das dificuldades enfrentadas pela estatal, em 2020, as Docas realizaram investimentos na ordem de R﹩ 26,3 milhões &#8211; o menor aporte da última década. Segundo o MInfra, as concessões portuárias previstas até 2022 deverão alavancar ao menos R﹩ 6,74 bilhões em investimentos, considerando 19 arrendamentos de terminais e 4 desestatizações.</p>
<ul>
<li>Investimento das Companhias Docas em 2020 <strong>caiu 59,1%</strong> em relação a 2019</li>
<li>O total investido pelas companhias em 2020 foi <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 26,30 milhões</strong>, menor valor da última década</li>
</ul>
<p>Com relação aos terminais privados, a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) não divulga os investimentos atuais. Contudo, a partir dos levantamentos da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), estima-se que as outorgas ocorridas entre 2013 e 2020 geraram uma carteira de investimentos na ordem de <strong>R</strong><strong>﹩</strong><strong> 51,6 bilhões</strong> . Crédito da imagem: Freepik</p>
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		<item>
		<title>Confira tecnologia para redução do tempo de carga e descarga</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/dhl-supply-chain-e-startup-trackage-apresentam-tecnologia-para-reducao-do-tempo-de-carga-e-descarga/</link>
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				<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A DHL Supply Chain, líder em armazenagem e distribuição, acaba de firmar parceria com a startup Trackage, que realiza otimização de processos logísticos baseado em [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>A DHL Supply Chain, líder em armazenagem e distribuição, acaba de firmar parceria com a <strong>startup Trackage</strong>, que realiza otimização de processos logísticos baseado em rastreabilidade, para o desenvolvimento de uma solução mobile inovadora para a gestão de pátio (entrada e saída de caminhões) em Centros de Distribuição (CDs) de grande porte. Denominada <strong>Maestro</strong>, a solução possibilita reduzir em até 50% o tempo de espera dos motoristas para carga e descarga, e dá mais visibilidade e controle às operações. Baseada em um aplicativo para celular utilizado pelos caminhoneiros,  iniciativa quase zerou o contato humano nestes processos, contribuindo assim para reduzir riscos associados à disseminação da COVID-19.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A solução foi implantada no CD da Unilever, multinacional de bens de consumo, em Pouso Alegre (MG). Com 87 mil m² de área, a instalação tem 135 docas, recebe de 100 a 250 carregamentos por dia. Antes da nova abordagem, o ingresso de veículos para coleta e descarga envolvia várias etapas como a realização de cadastrado manual e contato humano. Com o Maestro, o motorista utiliza um aplicativo em seu smartphone, pelo qual faz, de forma autônoma, seu cadastro. A partir disso, a DHL Supply Chain tem a confirmação de chegada e de localização no pátio, gerindo, de forma remota e individualizada, todas as instruções de movimentação. O cliente também tem visibilidade de todo o processo, que inclui indicadores de desempenho em um <em>dashboard </em>especial e em tempo real.</p>
<p>&#8220;Este projeto extrai um valor muito grande de tecnologias no mercado a um custo viável. O impacto no dia a dia é muito grande, reduzindo o tempo de espera dos motoristas, aprimorando a segurança e dando mais eficiência à logística interna do CD. Permite uma gestão mais ativa destas atividades, pois temos visibilidade constante no <em>dashboard</em>. A iniciativa foi bem recebida pelas transportadoras parceiras também, tanto que algumas estão doando smartphones a motoristas que não possuem o aparelho. Já temos mais de 2.500 motoristas cadastrados&#8221;, explica Lilio de Souza Rocha Neto, Evangelizador em Inovação da DHL Supply Chain no Brasil.</p>
<p>Para o CEO da Trackage, Victor Hugo Moreira, este tipo de tecnologia aplicada em serviços é uma necessidade evidente para o setor. &#8220;As empresas têm uma necessidade latente de reduzir custos, otimizando seus processos logísticos com a utilização da tecnologia e dispositivos IoT, possibilitando uma visão e gestão estratégica de toda operação, com inteligência de dados e indicadores que possibilitem melhores tomadas de decisão&#8221;, explica. Crédito da imagem: Banco de imagem Freepik</p>
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		<item>
		<title>Regulação do setor ferroviário precisa avançar para destravar investimentos, aponta BCG</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/regulacao-do-setor-ferroviario-precisa-avancar-para-destravar-investimentos-aponta-bcg/</link>
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				<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 16:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A pandemia da COVID-19 pode desencadear o avanço da agenda de mudanças regulatórias no setor ferroviário, é o que diz novo estudo do Boston Consulting [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da COVID-19 pode desencadear o avanço da agenda de mudanças regulatórias no setor ferroviário, é o que diz novo estudo do <em>Boston Consulting Group (</em><a href="http://www.bcg.com/"><em>BCG</em></a><em>),</em> que atua em parceria com lideranças empresariais e sociais. Confira <a href="https://www.bcg.com/pt-br/railway-regulation-in-brazil-proposals-for-simplifying-and-increasing-progress-in-sector">aqui</a> para acessar o estudo na íntegra.</p>
<p>Na perspectiva global, a crise de coronavírus causou uma queda de produção das indústrias e uma consequente diminuição no volume e número de cargas transportadas devido às medidas de lockdowns, ainda que o transporte de produtos agrícolas tenha apresentado perspectiva positiva. No Brasil, observa-se 6% de queda no volume de transporte de cargas nos primeiros cinco meses de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019.</p>
<p>A crise também evidenciou a necessidade de realizar uma série de melhorias nas áreas operacionais e de modelos regulatórios do setor ferroviário. A necessidade de maior eficiência em um cenário pós-crise, a aceleração de digital no setor logístico e as próprias medidas temporárias emergenciais aplicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) durante a crise são motivos adicionais apontados pelo BCG para o avanço da agenda de mudanças regulatórias.</p>
<p>Neste contexto, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 261/2018, conhecido como Novo Marco Legal das Ferrovias, tem o potencial de ser ferramenta importante na transformação regulatória para o setor no país. No atual contexto econômico brasileiro, a ferrovia se apresenta como alavanca para o crescimento à medida em que representa uma opção de logística que reduz o custo dos produtos e aumenta a competitividade do Brasil. Como a situação fiscal do país não permite ao governo sustentar volumosos investimentos, o BCG aponta que a regulação do setor ferroviário precisa avançar para destravar investimentos, sobretudo da iniciativa privada.</p>
<p>Para o BCG, o momento atual é propício para aprender com as referências de regulações de outras nações, trazendo os principais aprendizados e sugestões para o modelo brasileiro com o propósito de desenvolver o setor logístico do país. O modelo norte-americano, por exemplo, traz valiosos aprendizados para o contexto brasileiro, considerando algumas importantes características, como o investimento liderado pelo setor privado, grande liberdade comercial e operacional para os players privados, e modelo de resolução de disputas baseado na negociação entre eles, com os agentes públicos sendo &#8220;última instância&#8221;, pouco utilizada na prática. Crédito da imagem: FREEPIK</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Brasil possui mais de 160 startups dedicadas ao desenvolvimento de cidades inteligentes</title>
		<link>https://ww2.atmtec.com.br/brasil-possui-mais-de-160-startups-dedicadas-ao-desenvolvimento-de-cidades-inteligentes/</link>
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				<pubDate>Thu, 24 Dec 2020 20:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Anna Karina]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://ww2.atmtec.com.br/?p=2982</guid>
				<description><![CDATA[<p>Atualmente o país já conta com 166 startups dedicadas à causa das cidades inteligentes. São empresas que, a partir do uso da tecnologia, buscam resolver [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente o país já conta com 166 startups dedicadas à causa das cidades inteligentes. São empresas que, a partir do uso da tecnologia, buscam resolver problemas de infraestrutura, mobilidade, governança, preservação ambiental, economia, segurança, entre outros. A informação é do Distrito Smart Cities Report, que também aponta que, em 2020, essas startups receberam US$ 49,4 milhões em aportes.</p>
<p><a href="https://conteudo.distrito.me/dataminer-report-smart-cities">O estudo,</a> realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito, com apoio da KPMG, revela que do total das startups de cidades inteligentes, 110 surgiram nos últimos cinco anos. Hoje, a grande maioria destas novatas (64,4%) está concentrada na região Sudeste. Somente o estado de São Paulo abriga 42,8% delas. Na sequência está a região Sul, que detém 25% do total &#8212; com destaque para Santa Catarina, que é o segundo estado com mais startups do segmento (10%).</p>
<p>O Distrito Smart Cities Report desmembrou ainda as startups do setor em oito categorias. As que se voltam para melhorias na Mobilidade (32,5%) lideram este levantamento. Na sequência estão empresas dedicadas a resolver problemas de Infraestrutura Urbana, a partir da gestão de água e energia (12%); Soluções Ecológicas, com controle ambiental (10,8%); Planejamento e Gestão, com projetos e execução de construções e outras iniciativas (9,6%), Operações Municipais, com tecnologias para auxiliar a administração pública (9,6%); Gestão de Resíduos (9,6%); Segurança (8,4%) e, por fim, Qualidade de Vida (7,2%).</p>
<p>&#8220;De modo geral, as startups possuem uma capacidade ímpar de atacar com agilidade problemas com os quais nos deparamos no dia a dia, aplicando a tecnologia em prol dos cidadãos, que passam a ter acesso a melhores e mais baratos produtos e serviços. No caso daquelas que trabalham por cidades mais inteligentes e conectadas, não é diferente. A tecnologia é canal para uma vida urbana melhor e economicamente mais próspera&#8221;, pontua Luiz Gustavo Comeli, líder de Corporate Success do Distrito.</p>
<p>Para Comeli, no entanto, chama a atenção a falta de investimentos no setor e a baixa interlocução com o Estado. &#8220;A maior evidência disso é a baixa ocorrência de parcerias público-privadas, consideradas essenciais para alavancar a transformação inteligente nos municípios&#8221;, afirma. &#8220;Ainda assim, conseguimos enxergar um ambiente vibrante e engajado na transformação positiva das nossas cidades, o que é de extrema importância para um país que deve ter mais de 90% da população vivendo em centros urbanos até 2050&#8221;, completa.</p>
<p>&#8220;O Brasil ainda enfrenta grandes desafios, mas podemos aprender com outros países que saltos são possíveis por meio de fortes ecossistemas de inovação, integrando governo, academia, indústria, startups e sociedade, para melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras, que já acumulam mais de 85% da população. Por isso é imperativo, neste momento de despertar para a importância ESG, discutirmos o papel que o ecossistema de inovação pode desempenhar para um amanhã mais rico e sustentável para o País, acelerando o processo de chegada desta nova Sociedade 5.0 no Brasil&#8221;, afirma o sócio de transformação digital da KPMG, Daniel Carocha.</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p>Desde 2010, mais de US$ 331 milhões foram investidos em startups que apresentam soluções que se voltam para cidades inteligentes. Apesar do volume de investimentos, ocorreram apenas 42 rodadas &#8212; das quais somente 35 tiveram seu valor anunciado. O ano com o maior volume de investimentos foi 2017, com quase dois terços do valor total. Esse desequilíbrio ocorreu por conta da rodada Série C da 99, no montante de US$ 200 milhões.</p>
<p>Como em outras verticais analisadas pelo Distrito, os investimentos em estágios iniciais predominam no setor. Mais de 60% do total dos aportes é realizado em etapas Seed e Pré-Seed. Vale ressaltar também que a categoria de Mobilidade concentra mais de 90% do total investido no segmento, somando mais de US$ 306 milhões.</p>
<p>Em 2020, as empresas do setor já atraíram US$ 49,4 milhões. O volume é 150% superior ao total investido no último ano, que somou US$ 19,8 milhões.</p>
<p><strong>Destaques e promessas</strong></p>
<p>O levantamento também apresenta o Top 10 das maiores startups do setor. O ranking foi calculado a partir de um algoritmo que cruza dados como número de funcionários, faturamento presumido, investimento captado e métricas de redes sociais. O resultado apontou 99, Tembici, Up Lexis, Altave, Easy Carros, Cobli, Colab, Camerite, Solfácil e Gove como as maiores startups do segmento.</p>
<p>Utilizando os mesmos critérios para calcular o Top 10, mas dando um peso maior a critérios como investimentos captados e visibilidade nas redes sociais, o Distrito também apontou quais são as startups que devem se destacar nos próximos anos. Para chegar aos nomes, foram consideradas apenas as empresas que nasceram após 2012 e que contam com menos de 200 funcionários. Entre as apostas estão Comprovei, Courri, Epitrack, Lemobs, E-moving, Clarck Energia, Sunew, Fretadão, Rabbot e Prevision.</p>
<p><strong>Tendências</strong></p>
<p>O estudo ainda traz as tendências do setor para o futuro, como a chegada do 5G como grande viabilizador de cidades inteligentes, tecnologias para o cultivo de áreas verdes, orientação das atividades dos cidadãos através de data-driven, entre outras iniciativas. O cenário internacional de investimentos em startups do segmento e alguns cases de sucesso, como as soluções implementadas em Londres e Toronto, também são abordadas pelo levantamento.</p>
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